O Método MMA — Como fechar acordos com banco que o advogado comum não consegue.
Não é tese jurídica. É a lógica de quem aprendeu como os bancos decidem o que é lucrativo ceder — e quando estão blefando.
O Método MMA — Máquina de Acordos é uma metodologia de negociação bancária criada pelo advogado Paulo Guedes (OAB/PE 41.809-D). O método parte de um princípio central: o banco não dá desconto — ele toma uma decisão econômica. Quando ceder em um acordo se torna mais lucrativo do que manter a dívida em carteira, o banco fecha. O Método MMA ensina advogados a criar as condições para que essa decisão aconteça — identificando irregularidades contratuais, calculando o VCL (Valor Contábil Líquido), usando o Registrato do Banco Central como ferramenta e estruturando propostas que fazem sentido econômico para os dois lados.
O banco treinava as equipes de negociação. Paulo Guedes era um desses treinados.
Aprendeu como categorizar inadimplência, como provisionar dívidas no balanço, qual é o ponto em que ceder o desconto vira mais lucrativo do que manter a cobrança. Isso era o trabalho.
Em 2019, saiu do banco e entrou na advocacia. E o que viu o surpreendeu: advogados com boas teses perdendo negociações não por falta de fundamento legal — mas por não entender como o banco pensa por dentro.
O Método MMA nasceu disso. Uma metodologia de negociação bancária que começa de onde a maioria dos advogados não chega: a lógica econômica do banco.
A estrutura por trás de 6.000 processos.
Entender o que move o banco
O banco não dá desconto. O banco toma uma decisão econômica. Quando ceder em um acordo se torna mais lucrativo do que manter a dívida em carteira, o banco fecha. Entender isso muda tudo na mesa de negociação.
Identificar as irregularidades antes de negociar
Antes de fazer qualquer proposta, você precisa saber o que está errado no contrato. Capitalização irregular, comissão de permanência cumulada, juros compostos indevidos — cada irregularidade é um ponto de alavanca.
O Registrato como ferramenta
O Registrato do Banco Central mostra o histórico de operações de crédito do cliente com todas as instituições. Com ele, você chega à mesa sabendo o que o banco não vai te contar voluntariamente.
O provisionamento como relógio
Bancos provisionam dívidas em atraso. Quanto mais tempo passa, maior o impacto contábil de manter aquela dívida em aberto. Saber o momento certo para fazer a proposta não é intuição — é leitura de balanço.
Proposta que parte do caixa do cliente, não do saldo devedor
A proposta certa não é uma porcentagem do que o banco quer. É o que o cliente consegue pagar — estruturado de forma que faça sentido econômico para os dois lados.
“A proposta da gente não nasce desse saldo de R$168 mil. A proposta nasce do caixa do nosso cliente.”
- Não é uma petição genérica para copiar.
- Não é uma lista de precedentes do STJ.
- Não é estratégia de litigância agressiva.
- Não é para quem quer "entrar com o processo" como primeiro e único recurso.
Resultados reais de advogados formados pelo MMA.
Advogado · Método MMA
Alavanquei os rendimentos do meu escritório com esse conhecimento.
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Sou advogado há 24 anos e após essas técnicas irei faturar 7 dígitos só esse ano.
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